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Para a execução e desenvolvimento dos Projectos de Cooperação são preparados e assinados Acordos de Parceiros (incluindo Documentos de Projecto), onde se definem as parcerias, os objectivos, os produtos a atingir e as actividades para os alcançar.
As parcerias estabelecidas podem envolver, para além dos Ministérios homólogos, outras entidades públicas ou privadas da sociedade civil, laicas ou religiosas.
Privilegia-se o trabalho com entidades locais da sociedade civil, cometendo-lhes, em regra, a execução dos Projectos de Cooperação, pela sua proximidade com as populações e melhor percepcionarem e compreenderem os seus problemas.
Na elaboração dos Programas e Projectos de Cooperação, o GEP, através da área da cooperação, tem procurado seguir os seguintes princípios e linhas de orientação:
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acolher as necessidades e aspirações das populações alvo: através do diálogo e discussão permanentes, conseguir um consenso entre as prioridades dos países parceiros e os princípios e disponibilidades, físicas e financeiras;
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privilegiar a concentração geográfica no sentido de, em cada país parceiro, não existir uma dispersão de Projectos: sendo os recursos limitados, considera-se preferível centrar a ajuda em Projectos devidamente estruturados, ainda que em número reduzido, em vez de “espalhar” múltiplos pequenos Projectos, sem resultados significativos;
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utilizar recursos locais (humanos e materiais): sempre que existam, é-lhes dada preferência, em detrimento de recursos importados, privilegiando, deste modo, a ajuda não ligada;
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apostar na sustentabilidade: apoiar a criação de condições para que os Projectos se tornem progressivamente sustentáveis e envolventes, num processo de apropriação pelos seus beneficiários;
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apostar na flexibilidade, quer na implementação quer no desenvolvimento dos Projectos.
A Área da Cooperação do GEP não se limita a um papel passivo, de mero financiador dos Projectos, antes procurando acompanhar a execução dos mesmos e avaliar os resultados alcançados.
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